O Falcão Vingador (Jul22)




Com Luccas Papp Maria Clara Gueiros.

Texto de Luccas Papp. Direção de Ricardo Grasson.

 

No topo do precipício mais alto da pequena cidade de Ferradura, Lúcia chega com seu filho Victor. O tímido rapaz tem a missão de saltar da montanha com uma asa de pano nas costas projetada duas décadas antes e provar ao povo, que o espera ansioso lá embaixo, que seu falecido pai e idealizador da missão era um gênio. Lúcia parece extasiada com esse evento, mas o garoto se sente pequeno para o fardo que lhe foi dado para carregar. Uma fábula sobre sonhos, grandeza, as projeções e frustrações que os pais colocam sobre os filhos e a busca desenfreada pela glória.

 

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Maria Clara Gueiros e Luccas Papp vivem mãe e filho 

em espetáculo calcado no realismo fantástico

O Falcão Vingador é a terceira parceria entre Luccas Papp e Ricardo Grasson,

ambos também uniram direção, dramaturgia e atuação nos espetáculos O Ovo de Ouro e A Bicicleta de Papel. A montagem é um “épico intimista”, no qual fantasia e realidade são dois lados de uma mesma moeda. 

 

Link para fotos - https://bit.ly/3bnSEVw (crédito Leekyung Kim)

 

O sonho de voar do homem e a expectativa dos pais diante dos filhos povoam O Falcão Vingador, tragicomédia de Luccas Papp que estreia a peça ao lado de Maria Clara Gueiros no dia 15 de julho, sexta-feira, às 21h, no Teatro Nair Bello. A montagem ganha contornos focados no realismo fantástico com direção de Ricardo Grasson e a temporada vai até 28 de agosto com sessões sextas e sábados, às 21h; e domingos às 19h.

 

A trama se passa no topo do precipício mais alto da pequena cidade de “Ferradura”. Lúcia, uma mulher de meia-idade de comportamento espalhafatoso, chega no local com seu filho Victor. O tímido rapaz tem apenas uma missão naquele momento: saltar da montanha com uma asa de pano nas costas projetada duas décadas antes. Seu objetivo é provar ao povo que seu falecido pai e idealizador da missão era um gênio e não um suicida. Lúcia está extasiada com esse evento, mas o garoto parece se sentir pequeno para o fardo que lhe foi dado para carregar. 

 

“O realismo fantástico guia todo o espetáculo e vai se tornar uma fábula sobre sonhos, grandeza e a busca desenfreada pela glória. Tem uma atmosfera meio Tim Burton, Guillermo del Toro com tonalidades de Federico Felini, que atinge muito mais a plateia do que um realismo. Cada um acaba criando suas leituras e interpretações, existem muitas camadas. É uma história sensível e potente de uma mãe que joga todas as suas projeções em cima do filho; é uma metáfora de como os pais criam um plano de voo completo para o filho sem deixar eles voarem pelas próprias asas”, conta Grasson.

 

Para o autor, os protagonistas são diferentes e ao longo da trama entram em cena questões como o despertar da consciência, o controle de um sobre o outro. “Lucia tem um desejo pela grandeza e pela glória, deslumbrada pela fama e reconhecimento. Se considera muito maior do que a cidade em que vivem. Já Victor é um jovem com ideais simples que apenas deseja ficar com a menina que ama. Todavia, ele precisa desempenhar uma missão histórica que foi destinada para ele desde criança. É como se o personagem usasse uma roupa que não cabe mais nele”.

 

A cenografia de Bruno Anselmo traz um estilo não-realista por meio de recursos que dão margem para a imaginação com ideia do penhasco e o topo da montanha alinhado com as formas e cores. O figurino de Fabio Namatame se inspira nos anos 1930/40, a iluminação de César Pivetti exprime o sentido de fábula, assim como a trilha sonora original de Edgar Duvivier que utilizou instrumentos como violoncelo, sanfona, trompete para construir uma atmosfera bem solar.

 

Luccas Papp fala dos detalhes que compõem a dramaturgia. “A forma manipulada como o garoto foi criado evidencia uma temática fundamental presente no enredo da obra: a projeção de sonhos dos pais em seus filhos. Na sociedade contemporânea, ainda existe uma certa idealização de como o filho deve ser e como se realizar. O espetáculo é sobre a busca pela liberdade e o texto tem essencialmente uma beleza poética com dois personagens que vão progredindo e se modificando”.


Maria Clara Gueiros retorna ao teatro para uma temporada presencial após a chegada da pandemia. Seu último espetáculo foi Loloucas, onde atuou ao lado de Heloísa Périssé em 2020. “O palco é um dos lugares que mais amo estar e será ótimo poder voltar com O Falcão Vingador. Interpreto uma mãe determinada em fazer o filho voar por meio de um projeto do falecido marido. Para a composição da personagem, tenho como referência meu lado maternal, é um texto sensível cheio de surpresas, chega até a ir para um lado obcecado”.

 

O Falcão Vingador é a terceira parceria entre Papp e Grasson, ambos também uniram direção, dramaturgia e atuação nos espetáculos O Ovo de Ouro que retratava a figura do Sonderkommando nos crematórios dos campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial; e A Bicicleta de Papel que mostrava uma história sobre amizade e a busca por alguma esperança após o trauma da perda.

 

Sinopse 

No topo do precipício mais alto da pequena cidade de Ferradura, Lúcia chega com seu filho Victor. O tímido rapaz tem a missão de saltar da montanha com uma asa de pano nas costas projetada duas décadas antes e provar ao povo, que o espera ansioso lá embaixo, que seu falecido pai e idealizador da missão era um gênio e não um suicida, como era conhecido. Lúcia parece extasiada com esse evento, mas o garoto se sente pequeno para o fardo que lhe foi dado para carregar. Uma fábula sobre sonhos, grandeza e a busca desenfreada pela glória.


Ficha técnica:

Texto: Luccas Papp. Direção: Ricardo Grasson. Elenco: Maria Clara Gueiros e Luccas Papp. Assistência de direção: Heitor Garcia. Cenografia: Bruno Anselmo. Desenho de luz: César Pivetti. Figurino: Fabio Namatame. Trilha sonora original: Edgar Duvivier. Visagismo: Vitória Micheloni. Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes. Produção Executiva: Giulia Martins e Guilherme Bernardino. Assist. Produção: Nicole Casavecchia, Richard Lake e Rhaissa Samas. Supervisão Técnica: Matheus Papp. Técnica: Gabriel Tite e Gustavo Gonçalo. Design gráfico: Raphael Ruas. Mídias Sociais: Amanda Bellini Fotos: Leekyung Kim. Realização: LPB Produções.


Serviço:

TEATRO NAIR BELLO

Rua Frei Caneca, 569 (Shopping Frei Caneca 3º Piso) – Consolação – SP.

Temporada: De 15 de julho a 28 de agosto. Sextas e Sábados, às 21h; e Domingos às 19h.

Ingressos: R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia). Duração: 80 minutos. Classificação indicativa: 10 anos. 

Vendas https://bileto.sympla.com.br/event/74573/d/145821/s/953213


Capacidade: 201 lugares. Bilheteria online pela plataforma Sympa (www.sympla.com.br) - Atendimento presencial 2 horas antes de cada apresentação.


Informações para imprensa:

Adriana Balsanelli

11 99245 4138

imprensa@adrianabalsanelli.com.br

 

Renato Fernandes

11 97286-6703 

renato.fernandesgon@gmail.com

 
 
 

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